Vila vita, uma história de amor.

 

Gosto de histórias de amor. Gosto de histórias de amor em lugares improváveis. No Vila Vita, vivi uma história de amor.

Visitamos o Vila Vita, hotel (que é uma mini aldeia) de Porches, no último suspiro do calor algarvio de 2019. Chegámos com adrenalina no máximo, como fazemos, sempre, a cada viagem. Passadas poucas horas da chegada, percebemos que a Alicinha não estava com o seu comportamento habitual. Pouco depois percebemos que estava com febre. É normal, crianças da idade da Alice terem febre, mas também é normal os pais ficarem preocupados de cada vez que acontece. Os nossos planos, as múltiplas saídas para jantar e quase todos os mergulhos foram colocados em segundo plano. Novo objectivo máximo: a Alice ficar bem e aproveitar o melhor que conseguir o lugar maravilhoso onde estávamos. Holofotes? Ainda mais virados para a Alice.

Tal como aquele casal de tigres que vemos nos filmes, passámos os dias no Vila Vita a lamber a Alice.

Aquela que seria um viagem arruinada à partida. Transformou-se numa história de amor no Vila Vita. Não saímos da “aldeia” que tínhamos à frente da nossa casinha. A cada baixar de febre saímos um pouco, passeávamos nos jardins, contávamos passarinhos, íamos ver o mar, sempre o três colados uns nos outros, como se fossemos um só. Foi uma adaptação na nossa viagem. É claro que não desejo febres, nem qualquer doença à Alice (ou a qualquer um de nós), mas foi bom. Um ternurenta viagem improvável.

Acredito que os lugares são feitos de pessoas. Os hotéis não fogem a essa (minha) regra. E o Vila Vita subiu de imediato para o topo da minha consideração. Ao aperceberem-se que a Alicinha estava meio doentinha e nos condicionados (e preocupados) por isso, foi inexcedíveis connosco (e não, não sabiam que tinha um blog). Desde levarem uns 10 tipos de pão ao nosso quarto, porque perguntei pela padaria mais próxima e disse que a Alice gostava muito de pão, até levarem balões e jogos, tudo isto misturado com sorrisos e gestos que senti como sinceros, que me fizeram sentir num dos hotéis mais humanos onde já estive. E isso, na saúde e na doença, faz toda a diferença.

Obrigado Vila Vita, por facilitarem esta história de amor.

 

Gosto de histórias de amor. Gosto de histórias de amor em lugares improváveis. No Vila Vita, vivi uma história de amor.

Visitamos o Vila Vita, hotel (que é uma mini aldeia) de Porches, no último suspiro do calor algarvio de 2019. Chegámos com adrenalina no máximo, como fazemos, sempre, a cada viagem. Passadas poucas horas da chegada, percebemos que a Alicinha não estava com o seu comportamento habitual. Pouco depois percebemos que estava com febre. É normal, crianças da idade da Alice terem febre, mas também é normal os pais ficarem preocupados de cada vez que acontece. Os nossos planos, as múltiplas saídas para jantar e quase todos os mergulhos foram colocados em segundo plano. Novo objectivo máximo: a Alice ficar bem e aproveitar o melhor que conseguir o lugar maravilhoso onde estávamos. Holofotes? Ainda mais virados para a Alice.

Tal como aquele casal de tigres que vemos nos filmes, passámos os dias no Vila Vita a lamber a Alice.

Aquela que seria um viagem arruinada à partida. Transformou-se numa história de amor no Vila Vita. Não saímos da “aldeia” que tínhamos à frente da nossa casinha. A cada baixar de febre saímos um pouco, passeávamos nos jardins, contávamos passarinhos, íamos ver o mar, sempre o três colados uns nos outros, como se fossemos um só. Foi uma adaptação na nossa viagem. É claro que não desejo febres, nem qualquer doença à Alice (ou a qualquer um de nós), mas foi bom. Um ternurenta viagem improvável.

Acredito que os lugares são feitos de pessoas. Os hotéis não fogem a essa (minha) regra. E o Vila Vita subiu de imediato para o topo da minha consideração. Ao aperceberem-se que a Alicinha estava meio doentinha e nos condicionados (e preocupados) por isso, foi inexcedíveis connosco (e não, não sabiam que tinha um blog). Desde levarem uns 10 tipos de pão ao nosso quarto, porque perguntei pela padaria mais próxima e disse que a Alice gostava muito de pão, até levarem balões e jogos, tudo isto misturado com sorrisos e gestos que senti como sinceros, que me fizeram sentir num dos hotéis mais humanos onde já estive. E isso, na saúde e na doença, faz toda a diferença.

Obrigado Vila Vita, por facilitarem esta história de amor.

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